sábado, 2 de março de 2013

Necessitamos de conversão?

As pessoas humildes e sinceras reconhecem que necessitam de conversão. A conversão é um processo contínuo até alcançarmos a santidade. Muitas vezes só reconhecemos a necessidade de voltar para o Pai quando estamos sem mais nenhuma perspectiva de vida. Por pior que seja alguém, sempre terá oportunidade para recomeçar uma vida nova em Deus. Ele abre nossos olhos para nossas responsabilidades, pois se não aprova o pecado, acolhe-nos e perdoa-nos. A misericórdia divina faz-nos renascer de nossas misérias.
Ser misericordiosos como o Pai é misericordioso é um desafio para nós: somos Igreja acolhedora, que apenas recebe “as ovelhas do cercado” ou vai atrás das distanciadas? O fato de se perder milhares de fiéis por ano faz surgir estratégias de busca e de inclusão? As Igrejas trabalham juntas na evangelização ou cada uma se julga a única verdadeira e, no cochilo da acomodação ou tradição, vai perdendo espaço e a chance de inclusão?
Hoje, grande parte da inclusão acontece via políticas públicas: serão as Igrejas parceiras, incentivadoras e cobradoras do poder público para que aconteçam estas políticas, ou nos mantemos fechados, querendo fazer a “nossa” caridade ou filantropia?
- Pe. Ferdinando Mancílio - 

Já iniciamos o Retiro da Quaresma: leituras bíblicas, meditações e orações.
Você poderá acompanhar no meu blog de retiros espirituais.

Um comentário:

Orvalho do Céu disse...

Olá, querida
A famosa inclusão fica só no papel, muitas vezes até por nós que a cobramos... rs...
Bjm de paz e bem