quinta-feira, 16 de maio de 2013

Unidade e comunhão

Viver a fé, construir a Igreja do Povo de Deus, fazê-la, de fato, sacramento do Reino é responsabilidade de todos os cristãos. Somente vivendo na unidade do amor é possível ser presença atuante de Cristo no mundo.
A unidade entre os discípulos é um dom, um presente livre e gratuito e deve ser acolhida e conservada. A unidade dos discípulos com o Pai e entre si é condição indispensável para a missão. Enquanto a unidade atrai, convence e converte, a divisão escandaliza, afasta e destrói. A divisão fere de morte o corpo de Cristo. Sempre que nós, cristãos das várias Igrejas, não nos reconhecemos reciprocamente estamos continuando o assassinato praticado por Caim. De fato, não existe filialidade sem fraternidade, nem fraternidade sem respeito ao outro, na sua diferença. A mais vergonhosa negação da filialidade é pretender ser filho único, negando a paternidade de Deus em relação a outros irmãos. Ao comportarmo-nos assim, impedimos o mundo de crer no Pai e na fraternidade que pregamos.
Construir a unidade, sempre de novo, já é missão, pois a finalidade desta é justamente a comunhão. Jesus é o dom maior do Pai para com nossa humanidade e, deste modo, devemos ser também dom de vida, de presença e de amor entre os irmãos. (Pe. Antonio José de Almeida)
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Um comentário:

✿ chica disse...

Muito linda mensagem!beijos,chica